The School in The Flow of Social Networks: Youth and Violence.
A Escola no Flow das Redes Sociais: Juventudes e Violências.
Barbosa, N. A. C.1 and Bernardes, A. H.2
1) Faculty of Science and Technology, São Paulo State University, Presidente Prudente, Brazil; 2) Fluminense Federal University, Brazil.
The School in The Flow of Social Networks: Youth and Violence.
A Escola no Flow das Redes Sociais: Juventudes e Violências.
Barbosa, N. A. C.1 and Bernardes, A. H.2
1) Faculty of Science and Technology, São Paulo State University, Presidente Prudente, Brazil; 2) Fluminense Federal University, Brazil.

CITE THIS VIDEO
Barbosa, N. A. C. and Bernardes, A. H. (2026). The School in The Flow of Social Networks: Youth and Violence [VIDEO]. Academyon. https://academy-on.com/videos/vjshr-v5i1-1151
SYNOPSIS
The video presents an excerpt from the author's master's thesis, in which she brings up important points regarding the theme addressed. In this case, it focuses on how the youth condition and the new forms of virtual sociability, through hate cult communities, fuel school attacks and massacres.
O vídeo apresenta um recorte da dissertação de mestrado da autora, no qual ela traz pontos importantes acerca do tema tratado. Neste caso sobre como a condição juvenil e as novas formas de sociabilidades virtuais através das comunidades de culto ao ódio fomentam os ataques e massacres escolares.
ABSTRACT
In this article, we discuss how cyberspace has also become a lived space, especially for young people, who constantly move between physical and virtual. The school is a privileged place to observe this dynamic, since the school experience does not end when students leave the school gates. It continues on social media, where identities are constructed and conflicts can intensify. This ambivalence of virtual relationships is striking: while networks can provide support, create bonds, and foster a sense of belonging, they can also facilitate the circulation of hate speech, intolerance, and different forms of violence. In this context, many conflicts do not appear merely as individual reactions, but as processes collectively constructed through online interactions, given the public, collective, and highly interactive nature of social media. Cases such as the attack on a school in the Monte Mor city show that these episodes do not arise suddenly, rather, they are cultivated through the constant circulation between the “schoolyard” and the “timeline.” The main conclusion is that it no longer makes sense to separate the real world from the digital one, and understanding this continuity is essential for addressing school violence in a deeper and more responsible way.
Neste artigo discutimos como o ciberespaço é, também, espaço vivido, especialmente para os jovens, que estão entre aqueles que mais se relacionam virtualmente. A escola é um lugar privilegiado para observar essa dinâmica, pois a experiência escolar não termina quando eles passam pelo portão de saída. Pelo contrário, ela continua nas interações que se prolongam nas redes sociais. A ambiguidade das relações virtuais chama atenção, pois ao mesmo tempo em que as redes acolhem, criando vínculos de pertencimento, elas também podem favorecer a circulação de discursos de ódio, intolerâncias e diferentes formas de violência. Nesse contexto, muitos conflitos não aparecem apenas como reações individuais, mas como processos que se constroem coletivamente nas interações virtuais, já que as redes sociais têm um caráter público, coletivo e altamente interativo. Casos como o ataque à escola na cidade de Monte Mor mostram que esses episódios não surgem de forma repentina, mas são cultivados na circulação constante entre o “pátio” e a “timeline”. Por isso, hoje já não faz sentido separar o presencial e o virtual. Entender essa indissociabilidade é fundamental para enfrentar a violência escolar de maneira mais profunda e responsável.
KEYWORDS
Cyberspace; School Space; Bullying; Cyberbullying; Radicalization.
Ciberespaço; Espaço Escolar; Bullying; Ciberbullying; Radicalização.
ACKNOWLEDGMENTS
The authors gratefully acknowledge the support provided by the Coordination for the Improvement of Higher Education Personnel (CAPES).
REFERENCES
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